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Nutrição funcional, receitas sem glúten, sem açúcar e de baixo carboidrato (Lowcarb).

Os melhores adoçantes

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Uma vez que sabemos dos malefícios do açúcar, seu poder viciante, o que seria o mais indicado para ter aquele sabor doce que tanto pede nosso cérebro?

Até que você se veja livre da necessidade de algo doce como sobremesa, ou naqueles lanchinhos da tarde, e garantir o peso/saúde, o jeito é fazer uso de adoçantes.
Mas e quanto ao que dizem as pesquisas a respeito das consequências ruins à saúde no consumo rotineiro da maioria dos adoçantes artificiais?

Diversos pesquisadores já apertaram o freio para adoçantes a base de fenilalanina, ciclamato, sacarina sódica, aspartame e sucralose em algumas formas de preparo. Indica-se porém, a possibilidade de ingestão diária sem riscos de uma determinada quantidade (IDA – ingestão diária aceitável) que segundo as instituições de saúde como FDA, JECFA e NCI , não causam danos à saúde. Portanto consumí-los em pequenas doses é possível. De qualquer forma, para quem se preocupa com a saúde, evitar estes compostos traz uma certa tranquilidade.

Para as pessoas que sempre estão atentas ao que dizem as pesquisas científicas, segue então a lista dos que hoje em dia constam como os melhores adoçantes:

1. Stevia

Extraída das folhas da Stevia rebaudiana.

Há vários compostos adocicados nas folhas da stevia. Os principais são a Steviosídeo and Rebaudiosídeo. Ambos adoçam centenas de vezes mais que o açúcar comum e sem calorias.

2. Eritritol

É um tipo de açúcar do álcool encontrado naturalmente em algumas frutas. Quando em pó, acaba sendo extraído por processos industriais, o que pode afetar sua qualidade.

Contém 0,24 calorias por grama, ou cerca de 6% das calorias do açúcar convencional e 70% do poder adoçante.

O eritritol não desencadeia picos de glicemia ou de insulina e também não interfere em biomarcadores de colesterol e triglicérides. É absorvido pelo intestino e excretado pelos rins sem alterações.

Os estudos mostram que o eritritol é seguro, porém como todos os açúcares alcoólicos pode causar problemas digestivos se em excesso, no entanto parece ser bem melhor tolerado que os demais açúcares alcoólicos.

3. Xilitol

O xilitol é outro tipo de açúcar alcoólico com gosto similar ao açúcar. Contém 2,4 calorias por grama ou cerca de 2/3 do valor calórico do açúcar convencional.

Estudos indicam que o xilitol traz benefícios à saúde dental, como redução de cáries, melhora densidade óssea prevenindo osteoporose e não desencadeia picos de glicemia ou de insulina, mas se em excesso pode causar problemas digestivos.

Importante: o xilitol é tóxico aos cães e pode matar.

4. Xarope de yacon

Em processo de estudos, os benefícios do yacon estão sendo levantados. Uma comida tradicional sul americana, que pode ajudar a preservar ou mesmo tratar uma miríade de problemas digestivos e metabólicos.

O xarope de yacon é derivado da raiz da planta yacon (Smallanthus sonchifolius), um girassol nativo dos Nades montanhosos. É dito que o seu sabor é parecido com o do figo ou das passas.

Tanto o tubérculo como o xarope doce que é derivado dele, fazem parte da dieta tradicional dos andes, há centenas senão milhares de anos. No Peru dos tempos modernos, na Bolívia e no Brasil o xarope é valorizado por ser pouco calórico.

Está sendo considerado um excelente suplemento em pessoas com sobrepeso, uma vez que estudos apontam para elevada perda de peso com o seu uso.

É rico em in frutooligossacarídeos, fibras solúveis capazes de alimentar aos bactérias benéficas do intestino – função prebiótica.

Com exceção da stevia, a maior parte destes adoçantes ainda não se encontra com facilidade no Brasil.
Assim, o que temos com menor risco à nossa disposição é o sucralose. Alguns estudos apontam riscos com o seu uso aquecido em altas temperaturas e de gerar picos de glicemia e insulina. Portanto, vale a recomendação de reduzir ao máximo o consumo diário. Além de trazer benefícios à saúde, também o ajudará a reduzir o gosto pelo sabor doce, que tanto nos vicia.

Vale lembrar que os adoçantes naturais como mel, melaço, demerara, mascavo, agave, açúcar de coco, frutose (açúcar natural das frutas) são melhores por terem um teor mais natural, porém causam os mesmos picos de glicemia e insulina que o açúcar branco, ocasionando problemas metabólicos, aumento de peso, diabetes, triglicérides e colesterol. No caso das frutas há exceções como coco, abacate e pequenas porções de frutas vermelhas.

O nosso açúcar de branco de mesa, apenas para conceituar é derivado da sacarose.

E quanto ao popular sucralose?

Pesquisas apontam problemas no consumo elevado de sucralose, pode provocar aumento da glicemia sanguínea. A  mais recente pesquisa elaborada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) identificou problemas do uso de sucralose em preparações quentes, acima de 124 graus Celsius, em um artigo publicado na revista científica Nature Communications.

O adoçante sucralose, quando adicionado em alimentos e sobremesas quentes, como chás, cafés, bolos e tortas, pode trazer riscos significativos à saúde, dizem os pesquisadores.

Isso porque, quando aquecido, o adoçante torna-se quimicamente instável, liberando compostos potencialmente tóxicos e cumulativos ao organismo humano.

A sucralose é o adoçante mais consumido no mundo e liberado irrestritamente pelos principais órgãos de segurança alimentar, incluindo a FDA dos Estados Unidos, JECFA da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Anvisa do Brasil.

Os pesquisadores Diogo Noin de Oliveira e Maico de Menezes demonstraram que, quando aquecida, a sucralose libera hidrocarbonetos policíclicos aromáticos clorados (HPACs), compostos tóxicos, cumulativos no organismo humano e potencialmente cancerígenos.

Os riscos à saúde  com o uso de aspartame

O aspartame é um tipo de adoçante ainda muito veiculado no Brasil, porém proibido em diversos países.

Aspartame é o nome técnico dado às marcas Nutrasweet, Equal. Ele foi descoberto por acaso em 1965, quando James Schlatter, um químico da GD Searle Company, estava testando uma droga para úlcera.

O aspartame responde por mais de 75 por cento das reações adversas dos aditivos alimentares relatados ao FDA. Muitas dessas reações são extremamente graves, incluindo convulsões e morte. Alguns dos 90 sintomas documentados causados pelo aspartame são:

Dores de cabeça /
enxaquecas
Tontura convulsões Náusea entorpecimento
Espasmos musculares Ganho de peso erupções Depressão Fadiga
Irritabilidade Taquicardia Insônia problemas de visão Perda de audição
palpitações cardíacas Dificuldades respiratórias Ataques de ansiedade Fala arrastada A perda de sabor
Zumbido Vertigem Perda de memória dor nas articulações

De acordo com pesquisadores e médicos que estudam os efeitos adversos do aspartame , as seguintes doenças crônicas podem ser desencadeadas ou agravadas pela ingestão de aspartame:

tumores cerebrais Esclerose múltipla Epilepsia Síndrome da fadiga crônica Mal de Parkinson
doença de Alzheimer Retardo mental linfoma Defeitos de nascença fibromialgia
Diabetes

O excesso de aspartato ou glutamato no cérebro mata neurônios, permitindo a entrada do excesso de cálcio para dentro das células.Este influxo desencadeia quantidades excessivas de radicais livres, que liquidam as células.

Fenilalanina (50 por cento de aspartame)

A fenilalanina é um aminoácido normalmente encontrado no cérebro. Pessoas portadoras da doença genética fenilcetonúria não podem metabolizar a fenilalanina. Isto conduz a níveis perigosamente elevados de fenilalanina no cérebro (por vezes letal). Tem sido demonstrado que a ingestão de aspartame, especialmente, juntamente com os hidratos de carbono, pode levar a níveis excessivos de fenilalanina no cérebro, mesmo em pessoas que não têm fenilcetonúria.

Pessoas que ingeriram grandes quantidades de aspartame durante um longo período de tempo e não têm fenilcetonúria apresentaram níveis excessivos de fenilalanina no sangue. Níveis excessivos de fenilalanina no cérebro podem fazer com que os níveis de serotonina passem a diminuir, levando a distúrbios emocionais, tais como depressão. Testes constataram que níveis aumentados de fenilalanina no sangue estavam presentes em indivíduos que fazem uso de aspartame mesmo que por uma única vez.

 O acúmulo de fenilalanina no cérebro pode causar esquizofrenia ou provocar ataques convulsivos.

Dicetopiperazina (DKP)

DKP é um subproduto do metabolismo do aspartame.O DKP tem sido relacionado à ocorrência de tumores cerebrais.

O DKP também tem sido responsabilizado pela  produção de pólipos uterinos e alterações nos níveis de colesterol no sangue.